sexta-feira, 3 de junho de 2011

CRAVINAS


Aqui na aldeia também são conhecidas por cravinetas. Há imensas variedades desta herbácea de flor perfumada cujas folhas estreitas são parecidas com as do cravo. 
Nestes dias de muito sol e vento gostam da rega.
Algumas flores começam agora a murchar. Por isso, retiramos as flores secas para obter novas flores. De outro modo prosseguem apenas para a formação de frutos e sementes. No nosso jardim a multiplicação das cravinas é geralmente feita por estaca.

CEBOLAS


Ainda dispomos de cebolas em bom estado da colheita do ano anterior. A tendência dessas cebolas é para grelarem. Com o aumento da temperatura do ar e da luminosidade vão ficando mais e mais leves até que apodrecem.
Mas a nova colheita esta aí à porta. Esta cultura não exige, em todo o ciclo, grandes cuidados. O solo foi lavrado. Aguardou-se mês e meio para o apodrecimento das ervas enterradas, até passar de novo a fresa. Depois, foram abertos os regos também a tractor. Deitei estrume e adubo nos regos. Cobri um pouco. Semeei e cobri. Depois fui controlando as  ervas. Poucas regas. E a partir de agora, em princípio não carece de mais regas.
Para o ano vou alargar, também aqui, o espaço entre carreiras. E diminuir a área semeada!

quinta-feira, 2 de junho de 2011

PETÚNIAS



Aqui estão voltadas a norte mas recebem muita luz reflectida pelo muro branco a nascente. A minha mulher cuida delas e não as deixa passar sede.

DAMASCOS



Estão a amadurecer em abundância quase todos ao mesmo tempo. Acabamos por consumir apenas uma pequena parte e ficamos muito felizes por oferecer muitos mais.

GLADÍOLOS


Os gladíolos são uma presença de sempre no nosso jardim. Porque é que, ainda assim, os primeiros a brotar tanto nos surpreendem e encantam?  Este, é o primeiro do ano.
São muito sensíveis ao vento que este ano e nos últimos três dias, especialmente durante a noite e madrugada, continua forte e fresco. Acho que os suportes lhes roubam beleza. Por isso arriscamos sempre ... para algumas vezes nos arrependermos também.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

DÁLIAS


É uma das minhas flores preferidas de sempre. Em criança vi-as  multicores, próximas das regadeiras, nas hortas. Nos anos seguintes lá estavam de novo.
Não devem ter os pés na água, nem apreciam os excessos de humidade. Gostam de sol. Pernaltudas, são muitas vezes amparadas por estacas para não partir. É preferível colocar as estacas antes que as plantas cresçam demasiado.
Para obter mais exemplares dividimos os rizomas tendo o cuidado de deixar um bocadinho de caule. Neste caso os filhos saem iguais às mães. Mas há por aqui também quem as multiplique por sementes. 
De tempos a tempos não esquecer um tudo nada de adubo orgânico.

ROSEIRA COMPOSIÇÃO


Em parte natureza, em parte desígnio humano... mas só é mais verdadeiramente bela quanto mais parecer apenas natureza.