sábado, 14 de maio de 2011

IMPREVISTO


As minhas mensagens do dia 12 e as tentativas de ontem para as repor
resultaram em nada ou em textos truncados que não consegui corrigir.
Espero que entretanto o Blogger tenha retomado a normalidade. Em
qualquer caso apresento as minhas desculpas.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

OLÁ INSECTOS POLINIZADORES




Estou aqui! Não há nectar como o meu!

MIMOSINHAS


Mimosinhas, estas simples e delicadas rosas que apetece tocar-lhes.

RÚCULA



Iniciei o processo de mudança do canteiro da rúcula.  Comecei por semear a rúcula num canteiro exposto ao sol pleno. Com o calor do verão as plantinhas estão constantemente a espigar. Dão umas hastes que se destacam do tufo de folhas e nestas surgem flores amarelas. Destas sairão as sementes. Assim, diminui significativamente a quantidade de folhas tenras. Depois da primeira sementeira não precisei de voltar a semear. As sementes caiem no solo e há sempre algumas que pegam. Vento (e as aves?) espalham uma ou outra para fora do canteiro. Este ano resolvi passar uma boa parte dos canteiros para uma zona de sol e sombra. Optei por transplantar algumas das plantinhas. Vou abicando (i.e. regando com o regador, sem crivo) diariamente até estarem bem pegadas. No primitivo canteiro experimentei este ano o empalhamento com bons resultados. O empalhamento consiste em espalhar uma boa camada de feno (uns 10 cm de altura) protegendo os caules. O resultado é a protecção contra o sol forte, mantendo a frescura do solo por mais tempo e eliminando ou reduzindo em muito a concorrência das infestantes. Também há telas no mercado que ainda não usei por serem caras. 
Usamos a rúcula nas saladas, a acompanhar o queijo fresco. Mas há muitíssimas possibilidades de usar a rúcula na alimentação.

BATATAL MÍLDIO MEDIDAS PREVENTIVAS



As minhas batateiras não apresentam sinais de míldio (mancha branca na página inferior; na superior, amarelamento, acastanhamento com auréola verde, secagem de parte ou totalidade da folha). E continuam na fase de tuberização. Porém no batatal contíguo da Bila, começaram a aparecer algumas batateiras com míldio que ela sabiamente arrancou de imediato. Mesmo considerando tratarem-se de variedades diferentes (portanto com grau de sensibilidade e resistência também diferentes), estando a soprar à tarde uma brisa (óptima para espalhar o míldio) e sendo ainda alta a humidade relativa, optei por antecipar a aplicação de nova pulverização preventiva. Usei um produto com mancozebe.
Continuo atento ao controlo da humidade no solo. Se o tempo se mantiver quente farei uma rega de pé.
Os escaravelhos são controláveis sem recurso a químicos: apanho-os á mão e elimino-os em seguida. 

PREDADORES



O nosso gato Tigre não dá descanso aos pássaros. Mas creiam que estes já o conhecem muito bem e sabem perfeitamente distingui-lo da minha mulher ou de mim. Ou seja, sabem distinguir os inimigos dos amigos. Posso andar um dia inteiro a trabalhar nas proximidades dos ninhos e tudo se mantém calmo. Se o gato aparece, os pássaros andam num alvoroço, piando, esvoaçando em círculos em volta do felino. Alternam os voos picados sobre o adversário até que o gato acaba por se aborrecer e sair de cena.
Se os pequenos pássaros estão no solo e ainda não sabem voar, os pais procuram afastar o felino para longe. Isto não é novidade para ninguém. Mas poucos, como nós, têm o privilégio de assistir ao vivo a estas cenas.

terça-feira, 10 de maio de 2011

OS BICHOS E EU


Muitas vezes os meus gatos fazem-me companhia nos trabalhos da horta. Nesta altura acho inconveniente, porque as crias dos pássaros saem dos ninhos e ainda não aprenderam a voar. Correm muito maiores riscos de serem apanhados pelos felinos. Ontem a gata Lolita apanhou no chão um pássaro adulto, talvez diminuído por doença.
Tenho pena porque gosto de passarada e não preciso de contabilizar o que comem à custa do quintal. Se contabilizasse, a vantagem até seria minha.
Já o mesmo não posso dizer dos coelhos. Uma novidade adentro da aldeia, sinal do abandono dos campos. Mas não é legal que os apanhe... mesmo que os soltasse em campo aberto (as novas vacas sagradas da epopeia ecológica). Comem as couvinhas acabadas de plantar, estragam quaisquer plantações novas. Tive uma gata que apanhava (e comia) as crias de coelho. Uma vez via-a a abocanhar um coelho adulto que contudo não conseguiu manter preso.
Habitante mais antigo do quintal é a toupeira. Que arejam a terra, comem os vermes. Pois sim, mas os prejuízos que nos causam nas culturas são terríveis!
Temos portanto bichezas que na maioria são nossos aliados e companheiros, inimigos alguns e outros nem tanto...